quinta-feira, 18 de março de 2010


A vida é simples demais para tudo!

É lenta para nada

Oculta com o desespero.

Passageira e ligeira com tempo!

Não há tempo se és banal,


Desintegra o maior sentimento

Trespaça à alma do cotidiano

O lamento do tormento

permanece, mas com fim planejado!


Ora, ora vida, adivinha?

Se caminho na estrada de capim

O picadeiro terá fim!

É assim? Na masmorra interior

sem luz, sem nada, sem vida

na vida

Desintegra regra!


Cacio José

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